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2026
Por que eu decidi escrever uma linguagem de script
A página do Leaf vai mudar até não parecer o que é hoje. Este post não: é o registro de por que a linguagem existe e das cinco que avaliei antes de escrevê-la.
O Leaf por dentro: as decisões que deram forma à linguagem
Como o Leaf ficou depois da revisão de agosto: tipos, imutabilidade, self obrigatório, traits com default — e as cinco palavras-chave que tirei da linguagem.
O plano do Leaf em 27 etapas
Nenhuma linha do compilador existe ainda. O que existe é o plano: de onde cada etapa sai, onde ela chega, e como eu vou saber que ela acabou.
O número que me faria mudar de ideia
Escolhi de propósito a representação de valor mais lenta da VM do Leaf, e escrevi no plano, antes de qualquer medição, o número exato que autorizaria trocar.
Recusado não é adiado, e remover é mais difícil que os dois
Toda lista de fora-da-v1 costuma significar não deu tempo. No Leaf há três listas: o que é v2, o que nunca vem — e o que já estava escrito e saiu.